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Mostrando postagens com o rótulo Rubem Fonseca

Conto #29 - A força humana (Rubem Fonseca, Brasil, 1965)

Mais uma vez o autor trabalha o homem em busca de seu lugar no mundo contemporâneo tendo como cenário a cidade grande. A força humana do conto não é somente metafórica, é a força física, a beleza do corpo...  (Onde ler: A coleira do cão , Rubem Fonseca, Editora Nova Fronteira, 2014)

Conto #28 - A opção (Rubem Fonseca, Brasil, 1965)

Este conto causa estranheza pelo formato: uma mistura de falas de médicos alunos e professores. O tema também é polêmico (ainda mais em 1965): eles discutem, como deuses, qual sexo será definido em um paciente hermafrodita após uma cirurgia, se será ele homem ou mulher. (Onde ler: A coleira do cão , Rubem Fonseca, Editora Nova Fronteira, 2014)

Conto #27 - Os graus (Rubem Fonseca, Brasil, 1965)

A narrativa fluída e oscilante em diferentes vozes e narradores presente na trama do conto Os Graus de Rubem Fonseca explora e questiona as frustrações humanas em relação ao envelhecimento, familia, sexo...  Como outros contos do livro A coleira do cão, o autor reflete o homem dentro da sociedade de uma maneira crua e verdadeira. (Onde ler: A coleira do cão , Rubem Fonseca, Editora Nova Fronteira, 2014)

Conto #26 - O gravador (Rubem Fonseca, Brasil, 1965)

Narrativa engenhosa onde vozes diferentes se encontram e desencontram numa trama que não deixa de questionar a sociedade. A virtude deste conto, um dos melhores (se é que podemos classificar textos como melhores ou piores, sem que pareça uma competição) que já li, está não somente no conteúdo - uma discussão sobre aparências, relacionamentos e solidão - mas também na forma que, apesar de intercalar narradores de uma maneira inteligentíssima, em seu desfecho, mostra-se uma trama completa, sem peças faltantes. (Onde ler: A coleira do cão , Rubem Fonseca, Editora Nova Fronteira, 2014)      

Conto #25 - A coleira do cão (Rubem Fonseca, Brasil, 1965)

Ponto positivíssimo para a fluídez cinematográfica de Rubem Fonseca em um conto policial (gênero pelo qual o autor ficou conhecido) hiper-realista que narra a rotina de investigação de um homicídio em uma delegacia no Rio de Janeiro. Apesar de escrito há 52 anos, nunca esteve tão atual. (Onde ler: A coleira do cão , Rubem Fonseca, Editora Nova Fronteira, 2014)