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Mostrando postagens com o rótulo Dalton Trevisan

Conto #61 - Pedrinho (Dalton Trevisan, Brasil, 1959)

Não me agrada esta tendência ou quase obrigação de alguns contos brasileiros serem barra pesada ou pessimistas/fatalistas ao extremo. No caso deste conto, Pedrinho, o garoto que dá nome ao conto, adoece e vem a óbito. Muito bem escrito, mas depressivo demais. (Onde ler: Novelas Nada Exemplares , Dalton Trevisan, Editora Record, 1994)

Conto #47 - Clínica de repouso (Dalton Trevisan, Brasil, 1979)

Outro conto que explora as relações familiares, a infelicidade e o envelhecimento (assim como Feliz Aniversário , da Clarice Lispector). Pessimista no sentido que parece não haver alternativas razoáveis  para o envelhecer. (Onde ler: Contos Brasileiros Contemporâneos , Dalton Trevisan e outros, Editora Salamandra, 2005)

Conto #36 - Uma vela para Dario (Dalton Trevisan, Brasil, 1964)

O texto curto de Dalton Trevisan narra de maneira crua o episódio em que um desconhecido agoniza em meio a uma multidão de curiosos. Embora pessimista e trágico em uma primeira leitura, pode-se encontrar algum sinal de esperança representado na figura da criança que, por ato de piedade, acende uma vela para o cadáver. Numa livre e resumida interpretação: um discurso contra a desumanização do homem moderno. (Onde ler:  Vinte Contos Menores , Dalton Trevisan, Editora Record, 1979)