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Conto #61 - Pedrinho (Dalton Trevisan, Brasil, 1959)

Não me agrada esta tendência ou quase obrigação de alguns contos brasileiros serem barra pesada ou pessimistas/fatalistas ao extremo. No caso deste conto, Pedrinho, o garoto que dá nome ao conto, adoece e vem a óbito. Muito bem escrito, mas depressivo demais. (Onde ler: Novelas Nada Exemplares , Dalton Trevisan, Editora Record, 1994)

Conto #60 - Revelações (Luis Fernando Veríssimo, Brasil, 2013)

Um conto/crônica cujo bom gosto é um pouco questionável e que traz certa dose de preconceito em nome do humor. (Onde ler: Diálogos Possíveis , Luis Fernando Veríssimo, Editora Objetiva, 2012)

Conto #59 - Paula (Luis Fernando Veríssimo, Brasil, 2013)

E se você descobrisse que sua esposa é uma espiã com a missão de se infiltrar em sua vida? (Onde ler: Diálogos Possíveis , Luis Fernando Veríssimo, Editora Objetiva, 2012)

Conto #58 - O enganado (Luis Fernando Veríssimo, Brasil, 2013)

O plot seria algo assim: há algo muito errado se nada há de errado. Um homem não se conforma com a ausência de problemas em sua vida. (Onde ler: Diálogos Possíveis , Luis Fernando Veríssimo, Editora Objetiva, 2012)

Conto #57 - A estrela (H. G. Wells, Inglaterra, 1897)

Conto apocalíptico escrito há mais de 120 anos em uma linguagem quase científica, mas que tem uma reviravolta final trazendo um discurso que todo final pode ser, de uma maneira ou outra, um recomeço. (Onde ler: O País dos Cegos e outras histórias , H. G. Wells, Editora Alfaguara, 2014)

Conto #56 - O conselheiro (Luis Fernando Veríssimo, Brasil, 2013)

Conto curto carregado do humor característico do autor. Uma dúvida, se a hesitação e o estranhamento é usado para o efeito "humor", podemos classificar como fantástico? No conto, uma mulher tem em um ursinho de pelúcia com quem conversa e quem lhe ajuda nas decisões da vida, mesmo depois de casada. (Onde ler: Diálogos Possíveis , Luis Fernando Veríssimo, Editora Objetiva, 2012)

Conto #55 - Crooner (Kazuo Ishiguro, Inglaterra, 2009)

Não diria decepcionado, mas esperava um pouco mais de um Nobel da literatura. Porém, a leitura fácil e fluída, o texto sensível e o ambiente "cenográfico" e muito bem definido - uma Veneza às vezes romântica ao anoitecer e ao som melancólico do jazz, faz do conto uma experiência muitíssimo agradável. (Onde ler: Noturnos - Histórias de música e anoitecer , Kazuo Ishiguro, Editora Companhia das Letras, 2009)