Não me agrada esta tendência ou quase obrigação de alguns contos brasileiros serem barra pesada ou pessimistas/fatalistas ao extremo. No caso deste conto, Pedrinho, o garoto que dá nome ao conto, adoece e vem a óbito. Muito bem escrito, mas depressivo demais. (Onde ler: Novelas Nada Exemplares , Dalton Trevisan, Editora Record, 1994)
O conto nosso de cada dia.